segunda-feira, 13 de junho de 2016

MÁS.......E A VIDA? A vida?... ela segue seu curso. Ininterruptamente! É como um rio cujas águas não param por causa dos obstáculos, fazem curvas. Nem as quedas impedem a jornada. Ao contrário, tornam-na mais bonita. São as cachoeiras mais altas as que mais nos encantam. E o fim sempre chega. Não é preciso ver o mar para nele crer. Basta ver as águas que correm naquela direção. Os rios seguem seu curso. E o destino de todos é o mesmo. O mar na sua beleza infinita, onde todos serão um. Um único e imenso Todo. Nós também seguimos nosso caminho. E o nosso caminho nos leva a um único CRIADOR e todas as COISAS por ele criadas. E em Deus, na sua beleza infinita, todos seremos UM, nada impede nossa UNIÃO. É para isso que fomos feitos. A vida segue seu curso.

MÁS.......E A VIDA? A vida?... ela segue seu curso. Ininterruptamente! É como um rio cujas águas não param por causa dos obstáculos, fazem curvas. Nem as quedas impedem a jornada. Ao contrário, tornam-na mais bonita. São as cachoeiras mais altas as que mais nos encantam. E o fim sempre chega. Não é preciso ver o mar para nele crer. Basta ver as águas que correm naquela direção. Os rios seguem seu curso. E o destino de todos é o mesmo. O mar na sua beleza infinita, onde todos serão um. Um único e imenso Todo. Nós também seguimos nosso caminho. E o nosso caminho nos leva a um único CRIADOR e todas as COISAS por ele criadas. E em Deus, na sua beleza infinita, todos seremos UM, nada impede nossa UNIÃO. É para isso que fomos feitos. A vida segue seu curso.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Mais Paz e Amor, Por Favor !: O sentido da vida - Krishnamurti de Abreu

Mais Paz e Amor, Por Favor !: O sentido da vida - Krishnamurti de Abreu: Viver, não é doar um pouco... É doar sempre. Não é apenas suportar a tristeza... É esquecê-la, carregando com você a alegria de estar vivo....

SAUDAÇÃO OBARÁ DIA 06/06

Ìyálòrìsá Elaine ti Òsún: Odu Obará Meji - 06: Obará é um odu do oráculo de Ifá, representado no merindilogun com seis conchas abertas pela natureza e dez fechadas. Odú ligado ao eleme...

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Compreensão e incompreensão

Blog do Osho: Compreensão e incompreensão: Os Místicos orientais costumam dizer que o mundo nada mais é do que maya – pura ilusão. Isso não quer dizer que as pedras não estejam ...

Uma atitude em relação à vida

Blog do Osho: Uma atitude em relação à vida: Procure perceber que a vida está além da mente. A vida não é uma filosofia, a vida não é um problema. A vida é um mistério. Você deve...

domingo, 3 de abril de 2016

Celestial Nature Hàmlid

Celestial Nature Hàmlid

AÇÃO OU REAÇÃO?





 De um modo geral, costumamos reclamar de tudo que nos ocorre. Reclamamos do congestionamento do trânsito, da chuva que nos surpreende à saída do escritório, da demora no atendimento do serviço público, da incompetência de profissional contratado etc, etc...

Contudo, o que é importante não perdermos de vista é como reagimos a esses contratempos. Habitualmente, nossa reação é de irritabilidade, nervosismo, quase agressividade.
No entanto, da forma como encaramos as situações adversas, seremos mais ou menos felizes.
Vejamos: se ao nos prepararmos pela manhã, descobrimos a camisa não tão bem passada, podemos descarregar nossa raiva em quem consideramos responsável.
Nossas exclamações envolverão a funcionária, a quem chamaremos de inabilidosa, irresponsável, preguiçosa. No entanto, serão os afetos mais próximos que nos ouvirão a voz alterada e as altercações em desequilíbrio.
Dessa forma, contaminaremos, com fluidos deletérios, a ambiência doméstica.
A esposa poderá se magoar com as observações, acreditando que, no fundo, a estamos recriminando também, porque ela poderia ter revisado o trabalho da funcionária.
Os filhos, aguardando que os conduzamos à escola, se assustam com os gritos, em pleno início da manhã. O bebê chora, no berço, despertado pelo barulho.
Instala-se o caos. Por fim, solucionada a questão com a escolha de outra camisa, apanhamos as chaves do carro, ordenamos que as crianças andem rápido porque, afinal, perdemos precioso tempo.
Depois saberemos que um dos meninos recebeu falta, por ter se atrasado. O outro, recebeu reprimenda.
No escritório, todos nos aguardam na sala de reuniões. Estamos atrasados e a reunião começa tumultuada. Que dia!
*   *   *
Voltemos ao início da manhã e recomecemos. Encontramos a camisa mal passada, a deixamos de lado e escolhemos outra.
Beijamos o bebê que mama tranquilo. Chamamos as crianças, conferimos se apanharam tudo: a mochila, o agasalho e saímos tranquilos.
Todos chegam ao local dos seus deveres, sem atrasos, sem irritação.
Percebemos como uma simples ação, perante um inconveniente, tem o condão de permitir horas sequentes de paz ou de desarmonia?
Nossa vida é sempre assim.
Existem acontecimentos sobre os quais não mantemos o controle, como o atraso da condução, as bruscas alterações do clima, as ruas congestionadas, um pequeno acidente de trânsito...
Dizem que esses correspondem a dez por cento. Mas, sobre a grande maioria, noventa por cento das situações, temos amplo gerenciamento.
A forma como encaramos pequenos transtornos, determinarão horas de paz ou de grande intranquilidade.
Façamos a experiência. Em vez de reagir, de forma negativa, vamos agir, positivamente. Contornemos, administremos, encontremos soluções para problemas que se apresentem.
Não nos estressemos, não sobrecarreguemos nosso organismo com cargas ruins, gozemos de tranquilidade.
Isso para sermos mais felizes em cada um dos nossos dias, e fazermos felizes aos que nos amam.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Com o que vem alimentando sua mente?

Mabel Cristina Dias: Com o que vem alimentando sua mente?: O subconsciente exerce grande influência sobre a saúde. A maioria das funções corporais como respiração, batimentos cardíacos, ajuste...

CHEGOU ABRIL!

Neimar - Backpacker: Capadócia: A primeira vista a Capadócia é estranha, uma sucessão de formações surreais que se erguem abruptamente a 40, 50 metros de altura, planíci...

quarta-feira, 30 de março de 2016

sexta-feira, 25 de março de 2016

PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA


Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação".
Esta festa surgiu para comemorar a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés.
Assumida pelos cristãos (católicos), a Páscoa Cristã é para eles, a lembrança de que Deus liberta seu povo dos “pecados” (erros), através de Jesus Cristo, novo cordeiro pascal. A comemoração acontece na época em que se lembra a crucificação de Jesus. Começa, infelizmente, após o término do carnaval, onde muitos já transgrediram Seus ensinamentos e termina no domingo onde Ele ressurgiu dos "mortos" para mostrar que Ele continua vivo e aguardando que O sigamos.
“Cristo é a nossa Páscoa (libertação), pois Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” - (João, 1:29). João usou o termo Cordeiro, porque usava-se na época de Moisés, sacrificar um cordeiro para agradar á Deus. Portanto, dá-se a idéia de que, Deus sacrificou Jesus para nos libertar dos pecados. Mas para nos libertarmos dos “pecados”, ou seja, dos nossos erros, das nossas falhas morais, devemos estar dispostos a contribuir, utilizando os ensinamentos do Cristo como nosso guia. Porque Jesus não morreu para nos salvar; Jesus viveu para nos mostrar o caminho da salvação. Esta palavra “salvação”, segundo Emmanuel, vale por “reparação”, “restauração”, “refazimento”. Portanto, “salvação” não é ganhar o reino dos céus; não é o encontro com o paraíso após a morte; salvação é "libertação" de compromisso; é regularização de débitos. Como diz a bandeira do Espiritismo: "Fora da Caridade não há Salvação". Então, fora da prática do amor (caridade) de uns pelos outros, não estaremos salvos, livres das complicações criados por nós mesmos, através de brigas, violência, exploração, desequilíbrios, frustrações e muitos outros problemas que fazem a nossa infelicidade. Portanto, aproveitemos mais esta data, para revermos os pedidos do Cristo, para "renovarmos" nossas atitudes.
Como disse Celso Martins, no livro "Em busca do homem novo", baseando-se nas palavras de Paulo de Tarso, em 4 ef. vs. 22/23 : "Que surja o homem novo a partir do homem velho. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo, o grande esquecido por muitos de nós, que se agitam na sociedade tecnológica, na atual civilização dita e havida como cristã. Que este homem novo seja um soldado da paz neste mundo em guerras. Um lavrador do bem neste planeta de indiferença e insensibilidade. Um paladino da justiça neste orbe de injustiças sociais e de tiranias econômicas, políticas e/ou militares. Um defensor da verdade num plano onde imperam a mentira e o preconceito tantas vezes em conluios sinistros com as superstições, as crendices e o fanatismo irracional. Que este homem novo, anseio de todos nós, seja um operário da caridade, como entendia Jesus: benevolência para com todos, perdão das ofensas, indulgência para com as imperfeições alheias."
Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta “libertação” e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré determinado. Queremos nos livrar deste homem velho. Mas respeitamos a cultura e os costumes dos povos em geral, que ainda necessita de rituais. Que ainda dá maior importância para o coelhinho, o chocolate, o bacalhau, etc., do que renovar-se. Que acha desrespeito comer carne vermelha no dia em que o Cristo é lembrado na cruz. Sem se dar conta que o desrespeito está em esquecer-se Dele, nos outros 364 dias do ano, quando odiamos, não perdoamos, lesamos o corpo físico com bebidas alcoólicas, cigarro, comidas em excesso, drogas, sexo desregrado, enganamos o próximo, maltratamos os animais, a natureza, quando abortamos, etc. Aliás, fazemos na páscoa o que fazemos no Natal. Duas datas para reflexão e início de renovação nas atitudes. Mas que confundimos, infelizmente, com presentes, festas, comidas, etc.
Portanto, quando uma instituição espírita se propõe a distribuir ovos de páscoa aos carentes não significa que esteja comemorando esse dia, apenas está cumprindo o preceito de caridade, distribuindo um pouco de alegria aos necessitados.
Aproveitando a ocasião para esclarecer o pensamento da Doutrina sobre a data.

BENÇÃO E MALDIÇÃO ATINGE QUEM RECEBE

Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação, ótimo período reflexão:

O ato de abençoar implica em desejar o bem de alguém. Assim como a oração, o alcance da benção depende de nosso envolvimento com ela, dos sentimentos que mobilizamos.
O pai que, displicentemente, abençoa o filho, sem desviar a atenção do programa de televisão, não vai além das palavras.
Já a mãe, que leva a criança ao leito, conversa com ela, conta-lhe uma história e a beija carinhosamente, põe a própria alma a abençoá-la, envolvendo-a em poderosas vibrações de amor, com salutar repercussão em seu psiquismo.
Ao contrário da benção, amaldiçoar é desejar o mal de alguém. O fato de desejarmos que uma pessoa seja atropelada, não implicará, evidentemente, nesse funesto acontecimento. Não possuímos poderes para tanto, nem Deus o permitiria.
Mas podemos perturbar nosso desafeto. À semelhança da benção, a maldição é um pensamento contundente, revestido de carga magnética deletéria, passível de provocar-lhe reações adversas, como nervosismo, tensão, irritabilidade, mal-estar.
Se, porém, o amaldiçoado é uma pessoa bem ajustada, moral ilibada, ideias positivas, sentimentos nobres, nada lhe acontecerá. Simplesmente não haverá receptividade para nossa vibração maldosa.
O “olho gordo”, o “mau olhado”, o “mal fluido”, ou como queiramos chamar, é repelido ou aceito dependendo de nós. Nós somos o nosso próprio amuleto. Bênçãos e maldições são como bumerangues, que retornam às nossas mãos quando os atiramos.
Se amaldiçoamos alguém, o mal que lhe desejamos volta invariavelmente para nós, precipitando-nos em perturbações e desequilíbrios. Somos vitimados por nosso próprio veneno. Em contrapartida, aquele que abençoa alimenta-se de bênçãos, neutralizando até mesmo vibrações negativas de eventuais desafetos da Terra ou do além.
Certamente, em inúmeras circunstâncias, inspiramos antipatia em pessoas que cruzam nosso caminho. Impossível agradar a todos. Tudo que podemos desejar é que isso jamais ocorra em função de uma omissão ou iniciativa infeliz de nossa parte."
Autoria: Richard Simonetti.

SEMANA SANTA - VISÃO ESPÍRITA


Todo ano, a cena se repete. Chega a época dos feriados católicos da chamada "Semana Santa" e surgem as questões:
1. Como o Espiritismo encara a Páscoa;Sexta-feira Santa"?;
2. Qual o procedimento do espírita no chamado "Sábado de aleluia" e "Domingo de Páscoa"?;
3. Como fica a questão do "Senhor Morto"?
Sabe que chego a surpreender-me com as perguntas. Não quando surgem de novatos na Doutrina, mas quando surgem de velhos espíritas, condicionados ao hábito católico, que aliás, respeitamos muito. É importante destacar isso: o respeito que devemos às práticas católicas nesta época, desde à chamada época, por nossos irmãos denominada de quaresma, até às lembranças históricas, na maioria das cidades revividas, do sacrifício e ressurgimento de Jesus. Só que embora o respeito devido, nada temos com isso no sentido das práticas relacionadas com a data.
São práticas religiosas merecedoras de apreço e respeito, mas distantes da prática espírita. É claro que há todo o contexto histórico da questão, os hábitos milenares enraizados na mente popular, o condicionamento com datas e lembranças e a obrigação católica de adesão a tais práticas.
Para a Doutrina Espírita, não há a chamada "Semana Santa", nem tão pouco o "Sábado de aleluia" ou o "Domingo de Páscoa" (embora nossas crianças não consigam ficar sem o chocolate, pela forte influência da mídia no consumismo aproveitador da data) ou o "Senhor Morto". Trata-se de feriado e prática católica e portanto, não existem razões para adesão de qualquer tipo ou argumento a tais práticas. É absolutamente incoerente com a prática espírita o desejar de "Feliz Páscoa!", a comemoração de Páscoa em Centros Espíritas ou mesmo alteração da programação espírita nos Centros, em virtude de tais feriados católicos. E vejo a preocupação de expositores ou articulistas em abordar a questão, por força da data... Não há porque fazer-se programas de rádio específicos sobre o assunto, palestras sobre o tema ou publicar artigos em jornais só porque estamos na referida data. É óbvio que ao longo do ano, vez por outra, abordaremos a questão para esclarecimento ou estudo, mas sem prender-se à pressão e força da data.
Há uma influência católica muito intensa sobre a mente popular, com hábitos enraizados, a ponto de termos somente feriados católicos no Brasil, advindos de uma época de dominação católica sobre o país, realidade bem diferente da que se vive hoje. E os espíritas, afinados com outra proposta, a do Cristo Vivo, não têm porque apegar-se ou preocupar-se com tais questões.
Respeitemos nossos irmãos católicos, mas deixemo-los agir como queiram, sem o stress de esgotar explicações. Nossa Doutrina é livre e deve ser praticada livremente, sem qualquer tipo de vinculação com outras práticas. Com isso, ninguém está a desrespeitar o sacrifício do Mestre em prol da Humanidade. Preferimos sim ficar com seus exemplos, inclusive o da imortalidade, do que ficar a reviver a tragédia a que foi levado pela precipitação humana.
Inclusive temos o dever de transmitir às novas gerações a violência da malhação do Judas, prática destoante do perdão recomendado pelo Mestre, verdadeiro absurdo mantido por mera tradição, também incoerente com a prática espírita.
A mesma situação ocorre quando na chamada quaresma de nossos irmãos católicos, espíritas ficam preocupados em comer ou não comer carne, ou preocupados se isto pode ou não. Ora, ou somos espíritas ou não somos! Compara-se isso a indagar se no Carnaval os Centros devem ou não abrir as portas, em virtude do pesado clima que se forma???!!!... A Doutrina Espírita nada tem a ver com isso. São práticas de outras religiões, que repetimos respeitamos muito, mas não adotamos, sendo absolutamente incoerente com o espírita e prática dos Centros Espíritas, qualquer influência que modifique sua programação ou proposta de vida.
Esta abordagem está direcionada aos espíritas. Se algum irmão católico nos ler, esperamos nos compreenda o objetivo de argumentação da questão, internamente, para os próprios espíritas. Nada a opor ou qualquer atitude de crítica a práticas que julgamos extremamente importantes no entendimento católico e para as quais direcionamos nosso maior respeito e apreço.
Vemos com ternura a dedicação e a profunda fé católica que se mostram com toda sua força durante os feriados da chamada Semana Santa e é claro, nas demais atividades brasileiras que o Catolicismo desenvolve.
O objetivo da abordagem é direcionado aos espíritas que ainda guardam dúvidas sobre as três questões apresentadas no início do artigo. O Espiritismo encara a chamada Sexta-feira Santa como uma Sexta-feira normal, como todas as outras, embora reconhecendo a importância dela para os católicos. Também indica que não há procedimento algum para os dias desses feriados. E não há porque preocupar-se com o Senhor Morto, pois que Jesus vive e trabalha em prol da Humanidade.
E aqui, transcrevemos trecho do capítulo VIII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, no subtítulo VERDADEIRA PUREZA, MÃOS NÃO LAVADAS (página 117 - 107ª edição IDE): "O objetivo da religião é conduzir o homem a Deus; ora, o homem não chega a Deus senão quando está perfeito; portanto, toda religião que não torna o homem melhor, não atinge seu objetivo; (...) A crença na eficácia dos sinais exteriores é nula se não impede que se cometam homicídios, adultérios, espoliações, calúnias e de fazer mal ao próximo em que quer que seja. Ela faz supersticiosos, hipócritas e fanáticos, mas não faz homens de bem. Não basta, pois, ter as aparências da pureza, é preciso antes de tudo ter a pureza de coração".
Não pensem os leitores que extraímos o trecho pensando nas práticas católicas em questão. Não! Pensamos em nós mesmos, os espíritas, que tantas vezes nos perdemos em ilusões, acreditando cegamente na assistência dos espíritos benfeitores, mas agindo com hipocrisia, fanatismo e pasmem, superstição .... quando não conhecemos devidamente os objetivos da Doutrina Espírita, que são, em última análise, a melhora moral do homem.
O SAL DA TERRA



Em várias passagens do Evangelho, Jesus exorta Seus seguidores a que sejam o sal da Terra e a luz do Mundo.
A mensagem constitui um chamado ao desprendimento das coisas e dos valores mundanos.
Desprendimento não no sentido de desprezo, mas com o significado de dar a tudo o seu justo valor.
Sabe-se que as conquistas terrenas são fugazes e transitórias.
Tudo o que se refere à matéria possui uma grande fragilidade.
Beleza, poder, influência, fortuna, tudo isso cedo ou tarde fenece ou troca de mãos.
A vida é cheia de revezes e os percalços inerentes à trajetória humana podem amargurar.
Quem coloca todas as suas alegrias e expectativas nessas conquistas transitórias candidata-se a fortes decepções.
A proposta é que se deve viver no Mundo, mas sem ser do Mundo.
Ocupar-se com dignidade das atividades que garantem a manutenção da vida e da ordem social.
Estudar, trabalhar, cuidar da saúde e planejar a própria existência com prudência e critério.
Contudo, perceber que a finalidade do viver terreno não se cinge a tais aspectos.
Por preciosa que seja determinada conquista material, ela um dia ficará para trás.
Ao mesmo tempo, os revezes da fortuna nem sempre permitem que se atinja o objetivo almejado.
Nem por isso a criatura humana deve se tornar angustiada ou indiferente.
Para bem aproveitar seu tempo na Terra, ela precisa aprender a dar a cada coisa o seu merecido valor.
Tendo em vista seu potencial de desenvolvimento da inteligência e da vontade, são positivos os mais comuns sonhos humanos.
Entretanto, sua realização não pode constituir a meta da existência.
Ciente de que um dia o corpo físico perecerá, é importante cuidar do que a ele transcende.
Aí se encontra a possibilidade que a mensagem cristã possui de conferir um novo sabor à vida do homem.
À semelhança do sal, ela funciona como um tempero, dá um atrativo diferente ao que de outro modo seria insípido.
Trata-se do convite à vivência de virtudes com o potencial de tornar doce e pacífico o coração.
Jesus apresentou ao mundo um Deus pleno de amor e sabedoria.
A Fé nesse Deus amoroso e sábio possui o condão de pacificar a alma, entre as lutas do mundo.
Também o perdão é uma força libertadora, que permite seguir tranquilo mesmo por entre agressões.
A compaixão faz com que o homem preste atenção no semelhante e sinta vontade de auxiliá-lo.
Com isso, ajuda-o a não pensar muito em seus próprios problemas e sua vida se simplifica.
O Evangelho significa Boa Nova e seu objetivo é tornar felizes os homens.
Não promete uma felicidade feita das instáveis e perecíveis conquistas humanas.
Mas assegura a vivência de doces emoções, com infinito potencial pacificador.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
Em 27.04.2011.

domingo, 20 de março de 2016

Dalla Blog: UM RECADO PROS AMIGOS DA LUZ

Dalla Blog: UM RECADO PROS AMIGOS DA LUZ: Olá, amigos! Todos vemos que o Brasil passa por uma grande crise política. O mundo está em crise. Estamos em plena transição para a ERA...

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Dalla Blog: ANO NOVO ASTROLÓGICO 2016 - SOL EM ÁRIES: Olá, amigos! O Sol ingressou em Áries na madrugada deste domingo, dia 20, marcando o equinócio de outono no hemisfério sul e o ano novo ...

* DESPERTAR *: Wicca e a celebração do Outono

* DESPERTAR *: Wicca e a celebração do Outono: A Wicca é uma filosofia mágica de vida baseada nos ciclos da natureza, incluindo várias formas de Magia e Rituais para harmonização pessoal....

sexta-feira, 11 de março de 2016

Blog do Osho: Penetrando o desconhecido

Blog do Osho: Penetrando o desconhecido: Perceba que quando você entra em algo desconhecido, é natural sentir medo. E toda a aventura traz o seu próprio medo. Se a pesso...

Blog do Osho: Patologia da ambição

Blog do Osho: Patologia da ambição: Todas as culturas e todas as religiões o condicionam a sentir-se negativo a respeito de si mesmo. Nenhuma pessoa é amada ou apreciada...

segunda-feira, 7 de março de 2016

Umbanda PRETO VELHO PAI ANTÔNIO

Umbanda sim senhor: Pai Antônio: O Preto Velho foi o segunda entidade da Umbanda a que se incorporar, e veio trazendo consigo a humildade o amor e paz. Naquele mesmo ...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Nada é Sólido, Tudo é Energia Tem sido escrito repetidas vezes sobre isto, mas nunca é suficientemente enfatizado. O mundo da física quântica lança luz sobre a verdade do nosso mundo de maneira que desafiam o quadro existente de conhecimento aceito. O que percebemos como nosso mundo material físico, não é realmente físico ou material, na verdade ele está longe disto. Fato que já foi provado diversas vezes por múltiplos Prêmio Nobel (entre muitos outros cientistas ao redor do mundo), sendo um deles Niels Bohr, físico dinamarquês que fez contribuições significativas para a compreensão da estrutura atômica e a física quântica. “Se a física quântica não chocou profundamente você, então você não a entendeu ainda. Tudo o que chamamos de real é feito de coisas que não podem ser consideradas como reais”.~Niels Bohr No começo do século vinte, os físicos começaram a explorar a relação entre a energia e a estrutura da matéria. Ao fazer isso, a crença de que um Universo físico, newtoniano, material estava no coração do conhecimento científico foi abandonado, foi constatado que a matéria não é senão uma ilusão. Os cientistas começaram a reconhecer que tudo no Universo é feito de energia. “Apesar do sucesso empírico incomparável da física quântica, a própria sugestão dela ser literalmente verdade como uma descrição da natureza ainda é recebido com cinismo, incompreensão e até mesmo raiva”. (T. Folger, “Shmantum Quantum”; Descubra 22:37 -43, 2001) Os físicos quânticos descobriram que os átomos físicos são feitos de vórtices de energia que estão constantemente girando e vibrando, cada um irradiando sua própria assinatura energética única. Portanto, se nós realmente queremos nos observar e descobrir o que nós somos, na realidade somos seres de energia e vibração, irradiando nossa própria assinatura energética única, esta é a verdade e é o que a física quântica nos demonstrou diversas vezes. Somos muito mais do que aquilo que percebemos que nós somos, e é hora de começarmos a nos ver sob esta luz. Se você observar a composição de um átomo com um microscópio, você enxerga um pequeno vórtice invisível igual a um tornado, com um número de vórtices de energia infinitamente pequenos chamados quarks e fótons. Isto é o que compõem a estrutura do átomo. À medida que você focar cada vez mais perto da estrutura do átomo, você não enxerga mais nada, só observa um vazio físico. O átomo não tem estrutura física, nós não temos nenhuma estrutura física, as coisas físicas realmente não tem qualquer estrutura física ! Os átomos são feitos de energia invisível, não de matéria tangível. “Supere isso, e aceite a conclusão indiscutível. O universo é imaterial, mental e espiritual “(1) – Richard Conn Henry, Professor de Física e Astronomia da Universidade Johns Hopkins (citação tirada de “O Universo Mental) É um enigma interessante, não é ? A experiência nos diz que a nossa realidade é composta de coisas materiais físicas e que o nosso mundo é um conceito objetivo que existe independente. A revelação de que o Universo não é um conjunto de partes físicas, sugerido pela física newtoniana, mas que em vez disto ele é formado por um emaranhamento holístico de ondas de energia imaterial como descrito no trabalho de Albert Einstein, Max Planck e Werner Heisenberg, entre outros. O Papel da Consciência na Física Quântica Isto significa que a nossa realidade material física não é realmente física em nada ? Isso pode significar uma série de coisas e conceitos como estes não podem ser explorados se os cientistas permanecerem dentro dos limites do mundo percebido apenas existente, o mundo que vemos e pensamos ser real. “O dia em que a ciência começar a estudar os fenômenos não físicos, ela vai fazer mais progressos em uma década do que em todos os séculos anteriores de sua existência”. ~Nikola Tesla Felizmente, muitos cientistas já assumiram a tarefa, e questionam o significado e as implicações do que já descobrimos com a física quântica. Uma destas potenciais revelações é “o observador cria a realidade”. Relacionado: Somos Cocriadores do Universo. A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade. Como observadores, estamos pessoalmente envolvidos com a criação da nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o Universo é uma construção “mental”. O físico pioneiro Sir James Jeans escreveu: “O fluxo do conhecimento está seguindo em direção a uma realidade não mecânica, o Universo começa a se parecer mais com um grande pensamento do que com uma grande máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos antes saudá-la como a criadora e governadora do reino da matéria. (RC Henry, “O Universo Mental”; Nature 436: 29, 2005) Um grande exemplo que ilustra o papel da consciência dentro do mundo material físico (que sabemos não ser físico) é a experiência da dupla fenda. Este experimento foi usado várias vezes para explorar o papel da consciência que molda a natureza da realidade física. (2) Um sistema ótico na dupla fenda foi utilizado para testar o possível papel da consciência no colapso da função de onda quântica. A proporção da potência espectral do padrão de interferência na dupla fenda para a sua potência espectral na única fenda foi constatado que diminui quando a atenção esta focada na fenda dupla, em comparação com o foco distante dela. O estudo constatou que os fatores associados com a consciência, como a meditação, a experiência, marcadores eletro corticais de atenção concentrada e fatores psicológicos, tais como abertura e absorção, significativamente correlacionados de forma previstas com perturbações no padrão de interferência na dupla fenda (2). Isto é apenas o começo. Eu escrevi outro artigo, no início deste ano, que tem muito mais informação, com relação ao papel da consciência e do nosso mundo material físico: “A ciência Prova Que a Consciência Humana e o Nosso Mundo Material Estão Interligados:“. Qual é o Significado ? A importância desta informação é para nós despertarmos e percebermos que todos nós somos energia, irradiando nossa própria assinatura energética única. Sentimentos, pensamentos e emoções desempenham um papel vital, a física quântica nos ajuda a percebermos a importância de como todos nós nos sentimos. Se todos nós estamos em um estado interno de amor e paz, isto vai impactar sem dúvida o mundo externo ao nosso redor, influenciando de maneira positiva para que todos ao nosso redor se sintam bem. “Se você quer conhecer os segredos do Universo, pense em termos de energia, frequência e vibração”. ~Nikola Tesla. Estudos têm demonstrado que emoções positivas vibrando em conjunto com um sentimento de paz interior podem levar a uma experiência muito benéfica para a pessoa que emite estas emoções e para aquelas ao seu redor. No nosso nível subatômico, a frequência vibratória muda a manifestação da realidade física ? Em caso afirmativo, de que forma ? Sabemos que quando um átomo muda seu estado, ele absorve ou emite frequências eletromagnéticas, que são responsáveis por mudar o seu estado. Assim como diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas ! Isto já foi provado. (3) Estamos todos conectados. “O espaço é apenas uma construção que cria a ilusão de que há objetos separados”. ~Dr. Quantum Notas de Rodapé (1) http://henry.pha.jhu.edu/The.mental.Universe.pdf (2) http://media.noetic.org/uploads/files/PhysicsEssays-Radin-DoubleSlit-2012.pdf (3) http://www.heartmath.org/research/research-publications/energetic-heart-bioelectromagnetic-communication-within-and-between-people.html Aqui está um ótimo vídeo que aborda o que estou transmitindo:

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O OUTRO LADO DA VIDA 

- Mestre, como posso saber se existe mesmo vida após a morte?

O Mestre olhou para ele e respondeu:

- Encontre-me novamente após o sol se pôr.

O discípulo, meio contrariado, esperou algumas horas, ansioso pela resposta.

Logo que o sol se pôs, o discípulo voltou à presença do mestre. Assim que o discípulo apareceu, o mestre afirmou:

- Você percebeu o que houve? O sol morreu…

O discípulo ficou sem entender nada. Julgou que se tratava de uma brincadeira do mestre.

- Como assim mestre? Perguntou o discípulo. O sol não morreu, ele apenas se pôs no horizonte.

O mestre disse:

- Exatamente. O mesmo ocorre com todos nós após a morte. Se confiássemos apenas em nossa visão física, nos pareceria que o sol deixou de existir atrás da montanha. Mas no instante em que ele “morreu” no horizonte para nós, ele nasceu do outro lado do mundo, e se tornou visível para outras pessoas. O mesmo princípio rege a nossa alma. Após a morte do corpo, ela parece desaparecer aos nossos olhos, mas nasce no plano espiritual. A chama do espírito não se apaga, ela apenas passa a brilhar no outro lado da vida.