sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Video:sarcophagus com o corpo de enki, rodamir. 12,000 anos de idade
O vídeo inteiro pode ser visto aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=KYt3BLGDL6w&feature=share
Ja encontrou o sarcófago cinco livros e um mapa do antigo estado
Informações sobre o prêmio é realizada em uma confiança. Fundada livros conter informações não só sobre a cultura e história dos povos da terra, mas também a tecnologia utilizada pelos nossos antepassados. Não muito longe o lugar do sarcófago encontrado enterrado underground cidade com um monte de livros.
Intacto Gilgamesh e enkidu grémios encontrado no Irã. 12 idade 000 anos
https://www.youtube.com/watch?v=unmOs8W5x1k&feature=share
https://www.youtube.com/watch?v=b1l0wr1EcgA
https://www.youtube.com/watch?v=oUWfi04V9uU&feature=youtu.be
Essa descoberta é feito por acaso completamente na primavera de 2008, e se soubermos aconteceu é sem dúvida graças à mídia russa, e a televisão premsa. Isso ocorre em curdistão, Irã, um país muito fechado para o mundo, pelo menos no mundo ocidental, mas tem boas relações com a Rússia. Embora escondido até hoje, 2015, conseguimos saber o que publicou a imprensa russa (obrigado google tradutor), Que a descoberta ocorre em um trabalho, quando abrir o caminho para fazer os alicerces de uma casa. Então aparece um mausoléu contendo três caixões, e depois mais conciso escavações, uma camada de chão com os restos de uma antiga civilização e as ruínas de uma cidade. Pelo estrato em que foi encontrado, mas também graças aos artefatos encontrados por dentro, os arqueólogos determinou que o monumento e cidade foram construídas em algum momento entre 10 e 000 12 000 anos, uma data rapidamente reviewed Pelas autoridades islâmico após a publicação da descoberta da imprensa russa, as autoridades iranianas publicly disse que o estrago tinha 850 anos, o que obviamente não corresponde aos fatos e está, novamente, uma mentira oficial.
Dos três sarcophagi encontrado no mausoléu, temos apenas provas de vídeo dos dois primeiros. Sabemos nada do terceiro, ou o seu conteúdo, ou que estava dentro.
Como pode ser visto, é muito difícil do vídeo para determinar o auge do indivíduo, que não parece ser um gigante, mesmo que parece ser muito elevado. Usando uma coroa, sugerindo que foi a soberana da cidade, e foi enterrado, como vamos ver mais tarde, com seu mágico, que me faz concluir que no terceiro sarcófago deve ter sua esposa rainha. Há moedas de ouro colocados nos olhos do Rei, que é um bom hábito atestado de antiguidade: primeiro liberalizador à mentira oficial que as ruínas são o décimo segundo século. Observamos transcaucasianas apresenta, mas cobre pele: cada segundo sarcófago compartilha essas mesmas características. Estamos levando ouro garrafinha com pedras preciosas acho mas acho estranho. Estes ornamentos carregar uma cuneiform que eu não consigo identificar, mas que foi traduzido, pois, como vamos ver mais tarde, nos dar o nome do segundo homem encontrou na segunda sarcófago e como sua profissão mágico. A Royal sarcófago parecem ser revestidas aodourados ou um metal que se parece com ele.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Reflexões e Sentimentos: Nunca deixe que uma crítica derrube aquilo que voc...
Reflexões e Sentimentos: Nunca deixe que uma crítica derrube aquilo que voc...: Nunca deixe que uma crítica derrube aquilo que você construiu. Quem te define é o teu caráter, e não a opinião dos outros. (Desco...
Reflexões e Sentimentos: E se disserem que o amor enfraquece com o tempo
Reflexões e Sentimentos: E se disserem que o amor enfraquece com o tempo: E se disserem que o amor enfraquece com o tempo, diga a eles que o tempo não existe.
Chafariz Fonte das Nereidas
No ano de 1862, durante a exposição universal de Londres, os escultores Jean Baptiste Jules Klagmann e Ambroise Choiselat apresentaram uma fonte monumental produzida na fundição Durenne, que fez grande sucesso. Tal fonte acabou por ser comprada por Daniel Ross para ser instalada na cidade de Edimburgo, na Escócia. Em 1872, esse mesmo chafariz foi reproduzido em tamanho menor.
A fonte foi comprada pela Companhia Hidráulica Pelotense, junto com quatro figuras eqüestres montadas por mulheres, para ser instalada no centro da Praça Coronel Pedro Osório. Em 25 de junho de 1873, a câmara municipal autorizou a companhia a instalar o chafariz. No local, passou a existir uma guarita onde um guarda era responsável pela venda de água. Em 1915, foi feita a obra de levantamento da base do chafariz.
O chafariz foi trazido juntamente a outros três chafarizes a fim de abastecer com água potável a cidade de Pelotas. Na época, uma não existia encanamentos ou torneiras nas casas e as pessoas se abasteciam com água da chuva.
Atualmente com a decoração de natal!
Guerreira suprema que peço proteção,
sublime rainha dona da beleza,
a ti entrego minha alma e meu coração,
senhora divina deusa da natureza.
Mãe amável de grande poder,
abençoa sempre os filhos teus,
peço minha guerreira venha me valer,
me abençoando em nome de Deus.
Iansã é o nome dessa bela Orixá,
que reina e domina a morte e a vida,
enviada do céu por Pai Oxalá,
Santa Bárbara minha protetora querida.
Iansã sempre me abençoando com sua luz,
chuvas para lavar a terra ela nos trás,
linda bela Oiá enviada por Jesus,
com seus ventos ela vem semeando a paz.
Menina bela de cabelos cor de ouro,
dominadora de raios que corta o céu de Oxalá,
é Iansã mãe divina meu grande tesouro.
poderosa guerreira linda Orixá.
Deusa bela da tempestade, fogo e sensualidade,
Mãe linda que protege todas as mulheres lutadoras e guerreiras,
nunca estaremos só se com ela tivermos cumplicidade,
Iansã a Orixá, que com Xangô reina nas pedreiras.
Iansã rainha do fogo, da faísca e do trovão,
tem força suprema no reino de Aruanda,
verdadeira guerreira lutando com a espada na mão,
retirando obsessores de nossas giras de Umbanda.
Pedimos a ti Santa Sagrada,
respostas para nossas orações,
secando nossas lágrimas minha Orixá amada,
abençoando e deixando em paz nossos corações.
A ti pedimos ensinamentos para guerreiros nos tornar,,
para que nessa caminhada lutemos com amor e caridade,
e todas as dificuldades dessa vida possamos enfrentar,
e junto a ti levarmos amor, carinho e fraternidade.
Iansã divina Orixá da Umbanda,
a bela rainha de nosso Gongá,
saravá Oiá e toda sua linda banda,
trazendo luz suprema de nosso Pai Oxalá.
Dos raios, vento e tempestade,
essa linda Orixá é a Deusa suprema,
espalhando luz, amor e caridade,
mostrando sempre sua força extrema.
A ti amada e maravilhosa Iansã,
pedirei sempre proteção,
como raios do Sol pela manhã,
a divina Oiá sempre vai me estender a mão.
Não receie os ventos dessa guerreira bela,
pois são ventos para colocarem as coisas no lugar,
nos protegendo e guardando de uma maneira singela,
então deixe os ventos de Iansã, deixe os ventos ventar.
Com amor e grandioso carinho,
rogarei a ti minha amada Orixá,
tire sempre as pedras de meu caminho,
rezarei assim a minha sagrada e bela Oiá.
Com a força de Ogum, Oxum, Xangô, Iemanjá ou Nanã,
também de Obaluaiê, Oxossi, Omulú e de todos Orixás,
vencedora de mazelas, lutadora sem tréguas é minha Mãe Iansã,
aquela que reina pelo comando de meu Pai Oxalá.
Divindade tão linda do meu coração,
a teus pés me ajoelho em teu Jacutá,
rainha tão bela faço a saudação,
falando a todos Eparrei, oh Eparrei bela Oiá.
E com grande amor que temos por Iansã,
a saudamos pedindo proteção a mim e a você,
que esteja e nossos caminhos pela noite e pela manhã,
esse é o desejo dos filhos do Terreiro Pai Ogum Megê.
Saravá Iansã!
Eparrei Oiá!
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
MOVIMENTO PELA PAZ
Muitos homens têm dedicado suas vidas para uma cultura de paz e não violência.
Instituições religiosas e escolas têm promovido concursos, caminhadas, encontros em prol da paz.
Muita gente pensa que isso é coisa de sonhador, uma missão impossível.
Contrariando o pessimismo desses, o mundo de paz vem sendo construído a pouco e pouco.
Multiplicam-se pelo planeta homens, mulheres e crianças decididos a realizar o sonho.
A UNESCO, criada em 1945, e cujo objetivo é a promoção da paz e dos direitos humanos, prescreve, em seu ato constitutivo: Se as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens que devem ser erguidas as defesas da paz.
No ano 2000 lançou o manifesto, de cuja elaboração participaram reconhecidos defensores da paz e que formaliza o convite ao seguinte compromisso:
Eu me comprometo em minha vida cotidiana, na minha família, no meu trabalho, na minha comunidade, no meu país e na minha região, a:
Respeitar a vida – respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminar nem prejudicar;
Praticar a não violência de forma ativa, rejeitando a violência em todas as suas expressões: física, sexual, psicológica, econômica e social, em particular ante os mais fracos e vulneráveis, como as crianças e os adolescentes;
Ser generoso - compartilhar o meu tempo, meus recursos materiais, cultivando a generosidade, a fim de terminar com a exclusão, a injustiça e a opressão política e econômica;
Ouvir para compreender – defender a liberdade de expressão e a diversidade cultural, privilegiando sempre a escuta e o diálogo, sem ceder ao fanatismo, nem à maledicência e o rechaço ao próximo;
Preservar o planeta – promover um consumo responsável e um modelo de desenvolvimento que tenha em conta a importância de todas as formas de vida e o equilíbrio dos recursos naturais do planeta;
Redescobrir a solidariedade – contribuir para o desenvolvimento de minha comunidade, propiciando a plena participação das mulheres e o respeito aos princípios democráticos, com o fim de criar novas formas de solidariedade.
A fórmula não é nova, somente revestida de roupagem atual. O convite à paz se faz insistente, desde os dias da Galileia.
A minha paz vos deixo, a minha paz vos dou. Eu não a dou como a dá o mundo...
Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.
Não resistais ao mal que vos queiram fazer...
Ainda sonho, dizia Martin Luther King, Jr., que um dia a guerra chegará ao fim, que os homens transformarão as espadas em arados e as lanças em machados.
As nações não mais se levantarão contra outras nações, nem se estudará mais a arte da guerra.
Sonho que com fé, apressaremos a chegada do dia em que haverá paz na Terra e boa vontade para com todos os homens.
Será um dia de glória.
As estrelas da manhã cantarão em coro e os filhos de Deus gritarão de alegria.
Transformemos o sonho em realidade.
Momento Espírita
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Berço de Deus
CARTA A UMA MÃE QUE VIU A PARTIDA SEU FILHO PARA O ALÉM
Mãezinha querida... Seu coração está em pedaços... Não há dor maior do que a perda de um filho... Aprendemos a amá-los de uma forma tão grandiosa, tão completa, que não conseguimos mais enxergar o mundo sem a sua presença ao nosso lado. Descobrimos um tipo de amor que nos faz crescer e nos faz amar a vida como nunca antes havíamos amado. E subitamente são levados... Aos poucos meses, nos primeiros anos... Ou um pouco mais tarde. Levados de nosso regaço através da morte tão cruel.
Mãezinha querida... Seu coração pede consolo, pede uma razão para continuar vivendo...
E esta razão estará sempre em seu amor por eles. Primeiramente pelo amor aos que ficaram e respiram também o ar de seu amar: filhinhos, esposo, pais, amigos queridos.
Mas também pelo amor aos que partiram porque, mãezinha querida, eles continuam a existir e a amá-la como antes o faziam.
A morte não mata o Espírito e também não mata o amor.
“Um pai, uma mãe, nunca deveriam enterrar seus filhos” – diz o pensamento popular, fazendo menção à ordem natural da vida para os que deveriam partir antes.
Porém, a verdade é que você não enterrou seu filhinho, mãe: o que ali foi deixado sob a terra era apenas sua vestimenta corporal para esta breve encarnação.
Seu filho, sua filha continuam existindo. E todo amor que construíram no aconchego de seu lar não foi perdido: será a semente de um novo amanhã, quando voltarão a se encontrar.
Os planos maiores do Universo – ainda desconhecidos por nós – definiram que precisavam ir mais cedo, por razões especiais.
Voltaram para a verdadeira vida, o mundo espiritual, onde estão recebendo todo auxílio necessário para que sejam bem recepcionados em sua nova realidade.
Deus está com seus filhos nos braços, mãezinha.Segura-os através de seus tantos trabalhadores do bem, que estão encarregados de receber as almas após a desencarnação.
Você não perdeu seus filhos, embora a realidade pareça mostrar isso diariamente, pelo buraco que suas ausências na Terra deixaram.
Não... Você não perdeu seus filhos. A desencarnação é apenas o final de uma etapa e começo de outra.
Não perdemos as pessoas, assim como não se perde o amor semeado no coração.
Quando a saudade apertar e o ar parecer faltar, lembre, mãezinha, dos momentos felizes com eles, lembre de abraçá-los com carinho em suas orações aos céus.
Eles receberão seu abraço e ficarão felizes por saber que em sua alma não há revolta, não há ódio ou rancor, há apenas a natural e saudável saudade.
Através da oração você poderá manter um contato constante com eles, pois a prece une os “dois mundos”.
Diga que os ama muito, que sente falta, é certo, e que é este amor que lhe sustenta os dias na Terra, esperando o sonhado momento do reencontro.
Mãezinha querida...
Você não está sozinha neste momento difícil: Deus está com você. Conte com Ele.
NO REINO DAS BORBOLETAS
À beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crepúsculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas:
Não temam! Sou sua irmã de raça!
Venho para lhes trazer esperança. Nem sempre permanecerão coladas às ervas do pântano! Tenham calma, fortaleza e paciência.
Esforcem-se para não sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.
Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordarão com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...
Então, não mais se arrastarão, presas ao solo úmido e triste. Adquirirão preciosa visão da vida, pois poderão subir muito alto e seu alimento será o néctar das flores...
Viajarão deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!
Observarão o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destrói, e verão a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.
Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclamações admiradas:
Ah, não posso crer no que vejo!
Que misteriosa criatura!
Será uma fada milagrosa?
Nada possui de comum conosco...
Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou.
Não se iludam! Não sou uma fada celeste! Minhas asas são parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.
Ontem, eu vivia com vocês; amanhã viverão comigo! Flutuarão no imenso espaço, em vôos sublimes em plena luz. Libertas do lodaçal, se elevarão felizes.
Conhecerão a beleza das copas floridas e o saboroso néctar das pétalas perfumadas. Contemplarão a altura e a amplitude do firmamento...
Logo após, lançando carinhoso olhar à família alvoroçada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.
Nisso chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os comentários empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:
Calem-se e escutem! Tudo isso é insensatez, mentiras, divagações...
Não nos iludamos! Nunca teremos asas! Ninguém deve filosofar...
Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos práticas, no imediatismo da própria vida. Esqueçam-se de pretensos seres alados que não existem.
Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...
As lagartas calaram-se, desencantadas.
Caiu a noite e, em meio à sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente imóvel.
As irmãs, preocupadas, observavam, curiosas, o fenômeno...
Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...
Venho para lhes trazer esperança. Nem sempre permanecerão coladas às ervas do pântano! Tenham calma, fortaleza e paciência.
Esforcem-se para não sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.
Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordarão com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...
Então, não mais se arrastarão, presas ao solo úmido e triste. Adquirirão preciosa visão da vida, pois poderão subir muito alto e seu alimento será o néctar das flores...
Viajarão deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!
Observarão o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destrói, e verão a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.
Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclamações admiradas:
Ah, não posso crer no que vejo!
Que misteriosa criatura!
Será uma fada milagrosa?
Nada possui de comum conosco...
Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou.
Não se iludam! Não sou uma fada celeste! Minhas asas são parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.
Ontem, eu vivia com vocês; amanhã viverão comigo! Flutuarão no imenso espaço, em vôos sublimes em plena luz. Libertas do lodaçal, se elevarão felizes.
Conhecerão a beleza das copas floridas e o saboroso néctar das pétalas perfumadas. Contemplarão a altura e a amplitude do firmamento...
Logo após, lançando carinhoso olhar à família alvoroçada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.
Nisso chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os comentários empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:
Calem-se e escutem! Tudo isso é insensatez, mentiras, divagações...
Não nos iludamos! Nunca teremos asas! Ninguém deve filosofar...
Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos práticas, no imediatismo da própria vida. Esqueçam-se de pretensos seres alados que não existem.
Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...
As lagartas calaram-se, desencantadas.
Caiu a noite e, em meio à sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente imóvel.
As irmãs, preocupadas, observavam, curiosas, o fenômeno...
Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...
À semelhança da formosa borboleta que desceu às faixas escuras onde rastejavam suas irmãs lagartas, um dia a humanidade também recebeu a visita de Sublime Anjo, que veio trazer consolo e esperança.
Falou da vida abundante, que pulsa além do casulo físico.
E para provar que o que dizia é realidade, Ele próprio, após desvencilhar-se do corpo físico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.
Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensidão azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galiléia...
Falou da vida abundante, que pulsa além do casulo físico.
E para provar que o que dizia é realidade, Ele próprio, após desvencilhar-se do corpo físico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.
Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensidão azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galiléia...
E, dois milênios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer é comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais...
ELE CONFIA
Quando um Espírito decide por retornar ao cenário terrestre, um planejamento se faz. Seu anjo de guarda e aqueles interessados em seu progresso, em sua felicidade, o assessoram, nessa tarefa.
Alguns preparam programas muito bem elaborados, caso venham à Terra para grandes missões, questões que objetivem o bem maior, revoluções do pensamento, das artes, da ciência.
Outros vêm com planos mais gerais. Mas, ninguém simplesmente nasce como obra do acaso, ou de simples descuido, conforme costumamos afirmar, algumas vezes.
Nesse planejamento se encontra, primordialmente, a escolha dos pais. Quem o receberá, no planeta terrestre, quem o aninhará em seu seio, alimentando-o, até o momento de renascer no cenário do mundo.
Quem lhe será o protetor dos primeiros dias, da infância, quem o guiará, com mão forte, através dos anos, até poder andar por si mesmo e crescer, no rumo da luz.
Que doce encantamento não deve envolver quem assim se prepara. É uma nova chance de progresso, de vida no abençoado planeta azul, nosso lar de tantas e tantas vidas reprisadas, revividas.
Então, nasce o pequenino e se entrega confiante, esperando que a mãe que o acolheu em sua intimidade, por meses, o amamente, com amor.
E quando o faça, tenha olhos para ele, dizendo-lhe sem palavras:Querido filho, eu te amo! Sorve de minha seiva.
Ele aguarda que ela lhe seja o esteio. Enquanto se alimenta, ouve o coração daquela que o gestou e nela confia.
Confia que ela o proteja, lhe providencie o agasalho, o conforto. Que ela o leve nos braços como quem carrega um tesouro frágil, uma joia de subido valor, um cristal valioso.
Ele confia que o pai o receba em seus braços, lhe acompanhe o desenvolvimento, dia a dia. Que lhe ampare os primeiros passos, que o conduza pela mão, pelos caminhos do mundo. Ele espera, ele confia.
Por sua vez, a Divindade, igualmente confia que Seus filhos, a quem elegeu pai e mãe, exercerão o seu papel junto ao ser que envia, indefeso e pequeno, aos seus cuidados.
Cuidados que vão além das questões materiais do alimento, agasalho, abrigo. Questões que têm a ver com o sentimento, com o desabrochar de emoções de gerar uma outra vida, de passar suas experiências nobres ao ser que chega.
Questões que falam de amor demonstrado em pequenos gestos, em um olhar, um abraço, um aperto de mão.
Tudo isso que se expressará em acompanhamento do filho, incentivando-o a enfrentar os desafios de ficar em pé, andar, correr, dominar o próprio corpo.
Acompanhamento que observará cada conquista e a elogiará, dizendo-lhe que ele pode um tanto mais. E mais.
Acompanhamento que lhe dirá do certo e do errado, nos rumos da educação, que o brindará com exemplos de honestidade, dignidade, trabalho, possibilitando-lhe se tornar cidadão honrado, onde quer que venha a atuar, no mundo.
Sim, esse Espírito confia em você, pai, mãe.
Deus confia em cada um de nós, a quem estabelece a missão da paternidade e da maternidade.
Estejamos atentos. Tenhamos os olhos postos nessa preciosidade com que a Divindade nos honrou o lar: nosso filho.
Não o percamos de vista, mesmo à distância. Ofertemos-lhe nosso amor, nossa ternura, auxiliemo-lo a vencer os obstáculos, tenhamos a alegria de vê-lo prosperar, crescer material e espiritualmente.
É nosso filho! Confia em nós.
Redação do Momento Espírita.
Oxum - Nuvem de Poeira D'água
Acredito que quase todos os terreiros do Brasil e do mundo comemoraram o Dia 08 DEZEMBRO.
Também acredito que quase todos os médiuns choraram, reafirmaram sua Fé, aliviaram sua alma e se sentiram totalmente abraçados e acalentados.
Pensando nisso, acredito ser extremamente providencial falarmos um pouco de Oxum, a Orixá que exprime a maior doçura eamorosidade que possamos imaginar.
A Orixá que, segundo os mitos, foi quem “inventou o Candomblé”, automaticamente a Umbanda. A Orixá de arquétipo feminino de imensa sensibilidade e que mantém vivo em nossos corações o amor pela fé.
Como as águas dos rios, a Força de Oxum vai a todos os cantos da terra.
Ela dá de beber às folhas de Ossain, aos animais e plantas de Oxossi, esfria o aço forjado por Ogum, lava as feridas de Obaluaê, acalma Xangô e compõe a luz do arco-íris de Oxumaré.
Oxum é o Orixá irradiador do Amor Divino e da Concepção da Vida em todos os sentidos.
Como “Mãe da Concepção” ela estimula a união e favorece a conquista da riqueza espiritual e a abundância material. É a força dos rios, que correm sempre adiante, levando e distribuindo pelo mundo sua água que mata a sede, lava a alma e alimenta o corpo.
- Oxum é o AMOR PURO
É a Mãe da água doce, Rainha das cachoeiras, Deusa da candura e da meiguice. Orixá da prosperidade e da riqueza interior, ela é a manifestação do Amor. O amor puro, real, maduro, solidificado, sensível e incondicional, por isso é associada à maternidade e ligada ao desenvolvimento da criança ainda no ventre da mãe, da mesma maneira que Yemanjá.
Oxum é o amor, é a capacidade de sentir amor. A partir desse amor é que se dá a origem, às Agregações e, consequentemente, origina a concepção das coisas.
- Oxum é o ELO QUE UNE e AGREGA
Ela é o elo que une os Seres sob uma mesma crença, trazendo a união espiritual.
É o elo que une dois Seres sob o mesmo amor, agregando-os e gerando à concepção de uma nova vida.
Ela é quem agrega os bens materiais que torna um ser rico, portanto, é conhecida como Orixá da Riqueza, Senhora do Ouro e das Pedras Preciosas.
- Oxum é quem FECUNDA, GERA e CUIDA
É Oxum quem gera o nascimento de novas vidas que estarão no período de gestação numa bolsa de água – como ela, Oxum, rainha das águas. A regência mais fascinante de Oxum é, sem duvida, o processo de fecundação, na multiplicação da célula mater.É, sem dúvida alguma, das regências mais fascinantes, pois é o início, a formação da vida. É Oxum que “tomará conta” até o nascimento, quando, então, entrega à Yemanjá, que será responsável pelo destino daquela criança.
- Oxum é MÃE DAS CRIANÇAS
Oxum não vê defeitos nos seus filhos, são verdadeiras jóias, e ela só consegue ver o seu brilho. É por isso que Oxum é a mãe das crianças, seres inocentes e sem maldade, zelando por elas desde o ventre até que adquiram a sua independência. Os seus filhos, melhor, as suas jóias, são a sua maior riqueza.
- Oxum “tem” PERSONALIDADE MARCANTE
De menina-moça faceira, passando pela mulher irresistível até a senhora protetora, Oxum é sempre dona de uma personalidade forte, que não aceita ser colocada em segundo plano, afirmando-se em todas as circunstâncias da vida.
Como acontece com as águas, nunca se pode prever o estado em que encontraremos Oxum; como também não podemos segurá-la em nossas mãos. Assim, Oxum é o ardil feminino, considerada a deusa do amor, a Vênus africana.
- Oxum é o próprio sentido da FELICIDADE
O casamento, o ventre, a fecundidade e as crianças são de Oxum, assim como, por consequência, a FELICIDADE.
Oxum está em tudo, pois, se amamos algo ou alguém é por que
Ela está dentro de nós.
Características das Filhas de Oxum
As filhas de Oxum dão muito valor à opinião pública, fazem qualquer coisa para não chocá-la, preferindo contornar as suas diferenças com habilidade e diplomacia.
Oxum é o arquétipo daqueles que agem com estratégia, que jamais esquecem as suas finalidades, atrás da sua imagem doce esconde-se uma forte determinação e um grande desejo de ascensão social.
Têm uma certa tendência para engordar, a imagem da gordinha risonha e bem-humorada combina com elas. Gostam de festas, vida social e de outros prazeres que a vida lhes possa oferecer. Tendem a uma vida sexual intensa, mas com muita discrição, pois detestam escândalos.
Não se desesperam por paixões impossíveis, por mais que gostem de uma pessoa, o seu amor-próprio é muito maior. Elas são narcisistas demais para gostar muito de alguém.
Graça, vaidade, elegância, uma certa preguiça, charme e beleza definem as filhas de Oxum, que gostam de jóias, perfumes, roupas vistosas e de tudo que é bom e caro.
Verger define: O arquétipo de Oxum é o das mulheres mais graciosas e elegantes, com paixão pelas jóias, perfumes e vestimentas caras.
O lado espiritual das filhos de Oxum é bastante aguçado. Talvez por isso, algumas das maiores Yalorixás da história, tenham sido ou sejam de Oxum.
A LENDA DO CAVALO ENCANTADO
Em Alegrete, no Rio Grande do Sul, existe uma lagoa encantada, de águas paradas, nas margens da qual ninguém acampa nem passa perto. Dizem que dela salta uma bola de fogo na garupa dos cavaleiros que se atrevem a passar perto.
Dizem, também, que esta lagoa tem correntes presas ao fundo, que nem com muitas juntas de bois se consegue arrancar.
Nesta região, pertencente aos índios charruas, antigamente vivia jovem e bela índia por quem os mais bravos guerreiros apaixonavam-se. Um jovem da tribo, passando perto da lagoa, viu um magnífico cavalo parado, como à espera de ser laçado.
Pensou em levá-lo para a jovem e, assim, conquistar o seu amor. Aproximou-se devagar conversando com o animal, que continuou parado, tanto que o jovem guardou laço e boleadeira e procurou encilhar o animal, tirando os arreios do cavalo que montava.
Quando estava pronto, alçou a perna e montou de um salto só. O cavalo, ao sentir no lombo o peso do cavaleiro, disparou em direção à lagoa, levando seu cavaleiro para o fundo, desaparecendo para sempre.
A índia, ao saber do ocorrido, veio para a beira da lagoa chorar pelo jovem desaparecido.
Dizem que chorou tanto que suas lágrimas deixaram a lagoa salgada. É por isso que até hoje suas águas são salobras.
Esta lenda é da região de Lagoa Parobé, no Rio Grande do Sul.
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